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ARTISTAS

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Debora Mazloum

Artista plástica, natural do Rio de Janeiro, atualmente vive e trabalha em Brasilia.  Mestra em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ em 2016 é formada em Cenografia e Cinema. Realizou diversos cursos livres no EAV Parque Lage incluindo o seminário Tempo / Espaço na Instalação. Em sua pesquisa busca elaborar diálogos históricos entre tempos diversos, desenvolvendo relações entre a natureza, a paisagem e a poética das viagens e com isso a possibilidade de construção de novos espaços híbridos. Seus trabalhos transitam em diversas linguagens como objetos, desenhos, fotografias e instalações. Desde de 2020 participa de modo remoto do grupo de acompanhamento Clinica Geral, aprofundamento do ateliê 397 em Sp. Entre as principais exposições estão a coletiva Rumor, na Caixa Cultural de Brasilia em 2020, a exposição Sobrefalas na galeria Kasa também em Brasilia em 2019. Em 2018 participou da exposição Jardim Atlântico apresentada no Paço Imperial do Rio de janeiro e no Colégio das Artes em Coimbra. Em 2017 expôs no 20º Festival Internacional de Arte Contemporânea Sesc VideoBrasil SP, no Salão Anapolino em Goiás e em 2015 fez parte do Projeto Plantabaixa no Jardim Botânico do Rio de janeiro, sendo este fruto de uma residência de 6 meses no local. Em 2020, participou da residência on-line Possible Futures, da Ev Largo das Artes. Em 2017 esteve na residência LabVerde na Amazônia e em 2014 realizou uma exposição individual Paisagens Hybridas no Sergio Porto, Rio de janeiro.

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Duda Xavier

Mineira, artista plural. Fotógrafa, artista visual e poeta. A arte me atravessa e convida à onipresença ancestral em cada produção. Minhas lentes fotografam o cotidiano, o poder e a beleza preta, encontros e retornos. Por aqui tempo é Orixá e fotografia é renovar constantemente os vínculos com o mesmo. Faço de cada arte um ebó pra jamais seguir sozinha.

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Ester Cruz

Fotógrafa, Web designer, Produtora e Diretora de Fotografia que reside no Distrito Federal Formada em Fotografia no Instituto Iesb. Tendo em seu trabalho o foco na estética negra, seus retratos são usados como uma busca para desenvolver um novo olhar ao negro, de uma forma além dos estereótipos e dando ênfase aos detalhes de cada especificidade da pele negra.

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Fernanda Azou

É uma artista neurodivergente que vive e produz na cidade satélite do Núcleo Bandeirante, Brasília, Distrito Federal. Sua pesquisa surge a partir de observações do comportamento geracional, mais especificamente de sua geração, os Millennials ou geração Y. Seu principais interesses são os situações de risco que norteiam ações destrutivas, pessoas em perigo iminente, abuso de drogas, violência e melancolia. Já participou de exposições coletivas como Ao ar, livre com curadoria de Tiago de Abreu Pinto; Triangular com curadoria de Ana Avelar e Gisele Lima; A menina mais feia da turma, com curadoria de Juliana Bernardino; Participou do 45o Salão de Arte de Ribeirão Preto e do 24o Salão Anapolino de Artes, recebendo o prêmio aquisição em ambos. Suas obras estão em acervos públicos como Museu Nacional Honestino Guimarães, Museu de arte de Anapólis (MAPA), Museu de arte de Ribeirão Preto (MARP) e Casa da Cultura da América Latina (CAL-UnB).

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Gabriela Chaves

É goianiense, nascida em 1999, cursa licenciatura em Artes Visuais na Faculdade de Artes Visuais da UFG e compõe a Residência Artística da Escola de Artes Visuais com orientação do artista Luiz Mauro. Tem como guia o mote feminista de que “o pessoal é político” e dessa forma propõe outros contornos para aquilo que agride, fere, falta e atravessa esse corpo que carrega as marcas dos processos históricos, sociais e pessoais. Em sua produção se apropria das balaclavas, geralmente utilizadas em manifestações sociais como recurso de proteção de identidade, são potencializadas como meio de instigar processos de levante, no que diz dos atravessamentos do ser mulher, das dores e resistências, posicionando dessa forma o corpo como convocação e como suporte na busca por aquilo de potente para o enfrentamento do cotidiano dilacerante. 

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Isadora Almeida

Artista e pesquisadora. Nasceu em Brasília-DF e é bacharel em Artes Visuais pela Universidade de Brasília. Sua obra acontece em diversos formatos e mídias, com um foco nas relações entre corpo, paisagem e espaço sendo explorado  por meio de esculturas, pinturas e vídeos. Participou de diversas exposições coletivas na cidade e no meio virtual e realizou também uma individual. Atualmente reside em Alto Paraíso de Goiás.

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Laryssa Machada

Premiada

É artista visual, fotógrafa e filmmaker, nascida em Porto Alegre (RS) e residente em Salvador (BA). Estudou Jornalismo, Ciências Sociais e Artes. Constrói imagens enquanto rituais de descolonização e novas narrativas de futuro. Seus trabalhos discutem a construção de imagens sobre LGBTs, indígenas e povo de rua. 

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Jessica Lemos

Vive e trabalha em Salvador, onde desenvolve pesquisas e projetos autorais sobre a relação entre fotografia e performance. Mestre em Artes pela Universidade Federal de São João Del Rei e graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal da Bahia. Em 2019 foi uma das artistas selecionadas para a Residência Artística do I Fórum de Fotoperformance, em Belo Horizonte (MG), primeira residência artística no Brasil que reúne artistas especificamente da fotopeformance. Foi premiada no X Salão de Fotografias do Mar (BRA), com a obra Maré. Em Salvador, produziu seu livro de artista, MOCAMBA (2016), uma narrativa sobre o feminino em quilombos da Bahia. Seu trabalho fala principalmente sobre as relações políticas e sociais na vida de mulheres negras a partir da afro diáspora.

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Liz Domingues

Cresceu e vive em Ceilândia.

Graduou-se em Publicidade e Propaganda e trabalha como

supervisora administrativa da Secretaria de Educação do Governo

do Distrito Federal. Desenvolve seus trabalhos artísticos de forma

autodidata. Sua investigação se desenvolve entre temas da

interação do ser humano com a natureza e meio urbano nas

linguagens de pintura e fotografia.

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Mahyrah Alves

Artista, mãe e pesquisadora visual. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, formada em
Pintura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro trabalha a 7 anos desdobrando questões
sobre linguagens artísticas e a maternidade. Em 2013 ao me tornar mãe, questões sobre o
cotidiano feminino e a maternidade começam a fazer parte da poética dos trabalhos, que
tiveram sua espacialidade potencializada. Antes bidimensional, essa estruturação espacial
agora “ganha o mundo”, a partir da espacialização das telas, apropriação de objetos do
cotidiano e releituras de períodos e movimentos artísticos. Os trabalhos ganham autonomia
em forma de instalações, performances, apropriações e passam a se desdobrar em torno de
questões voltadas para um aprofundamento das condições das mulheres e mães dentro dos
campos da antropologia, sociologia, filosofia e história da arte.

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Manuela Costa

artista visual mestranda em Arte e Cultura Visual, pela Faculdade de Artes Visuais da UFG e residente do ateliê do artista visual Dalton Paula. Integra o grupo de pesquisa NuPPA (Núcleo de Práticas Artísticas Autobiográficas). 

A partir de um olhar onírico para criação artística, busca construir um espaço de protagonismo para o psiquismo pessoal e coletivo. Transitando entre mundo interior e exterior, trabalha em sua produção artística a matéria de poesia encantada das narrativas de cura, morte e renascimento que se apresentam em seus sonhos. 

Por meio do desenho, da pintura, de fotografia, videoarte, instalações e objetos, direciona o olhar para a presença de uma sobrenatureza suboceânica que os sonhos declamam através de correntezas, marés, conchas, pedras, seres de água e terra que formam a natural magia entremeada nas passagens do nascer e do morrer.

Marcela Campos

Formada em Licenciatura em Artes Plásticas e Pós Graduada em História da Arte na Faculdade Dulcina de Moraes. Sua pesquisa individual é pautada em performance, pintura e vídeo e já participou com seu trabalho individual em Fora do Eixo (DF; 2017), Salão de Arte Dulcina de Moraes (DF; 2014), Salão de Arte do Mato Grosso do Sul (MS; 2012). Fundadora do grupo TresPe, um coletivo de mulheres, que desde 2011, busca através da produção poética, a pesquisa e aprofundamento das questões da performance, participando de Transborda Brasília (DF; 2015), Diálogo sobre o Feminino (DF; 2016), prêmio do Salão de Jataí (GO; 2012). Membro do Grupo EmpreZa (GO) desde 2012, tendo participado intensamente das suas últimas atividades como: Prêmio Marcantonio Vilaça (SP;2015), Dark mofo (Tasmânia;2017), Terra Comunal: Marina Abramovic (SP;2015).

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Marta Mencarini

Doutoranda em Arte pela Universidade de Brasília - UnB, na linha Poéticas Transversais com bolsa CAPES, sob orientação da Dra. Bia Medeiros. Artista visual, professora, pesquisadora e mãe, desenvolve pesquisas sobre feminismos e maternagem na arte contemporânea, abordando a maternidade enquanto experiência potencial e política. Investiga a poética artística em auto narrativas e auto ficções. Tem experiência na área de artes, transitando pela história da arte, pintura, fotografia, performance, intervenção urbana, arte tecnologia e vídeo.  Integrante do Coletivo Matriz e do Grupo Mesa de Luz. Co - coordena o projeto Arte e Maternagem (AeM).

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Massuelen Cristina

Premiada

Artista visual, graduada em Psicologia pela Universidade Fumec e estudante da primeira turma de Artes Visuais técnica pelo Estado de Minas Gerais pelo programa CICALT/MG. Seu trabalho artístico percorre várias linguagens, mas principalmente a fotografia, o vídeo e a performance, em que busca explorar as diferentes formas de ver, ser e estar no mundo. Pesquisa a corporeidade e a catarse pela arte, buscando demonstrar por meio de signos e significados as “escrevivências”, memórias e oralidades que permeiam sua ancestralidade.

Mônica Coster

Premiada

Formada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ, atualmente cursa mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes, na Universidade Federal Fluminense (UFF), sob orientação do professor Ricardo Basbaum. Em sua dissertação, investiga os processos de digestão: o interior digestivo como um sistema aberto a outros seres e objetos ligados à comida. Pratica a digestão escultórica e a escultura alimentar; propõe uma confusão entre o ateliê e o estômago.

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Patrícia Abbott

Em sua produção artística, investiga temas como efemeridade, transformação e materialidade através da imagem e seus fragmentos. Trabalha com monotipias, colagens, desenhos, pinturas e gravuras. Seus trabalhos foram expostos no Museu Vivo da Memória Candanga (2018 e 2019), Brasília-DF, e na Mostra EAV Parque Lage (2020), online. É Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília.

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Samantha Canovas

Nascida em 31 de dezembro de 1990, é natural de Brasília/DF. Mestra em Poéticas Visuais pelo PPGAV-ECA/USP e bacharela em Artes Plásticas pela UnB. É artista plástica, têxil, escritora, bordadeira e arte-educadora. Iniciou sua trajetória artística pesquisando os limites da materialidade da pintura e atualmente pesquisa o têxtil enquanto campo escultórico e sua relação com o vestuário, buscando também uma diluição da fronteira arte/artesanato, pensando sua relação com o caseiro e o feminino. 

Em 2017 participou da residência artística NES, em Skagaströnd, na Islândia e em 2012 na School of Visual Arts (SVA) em Nova York. Integra mostras coletivas desde 2010 em cidades como Brasília, Goiânia, São Paulo e Uberlândia. Em 2016 realizou sua primeira exposição solo “Lembrar que a água circula por debaixo das ondas” na Galeria Ponto em Brasília.

Sofia Ramos

Produz em pintura, fotografia, instalação, vídeo-arte e performance. Experimenta construções e visualidades em memória, identificação e família a partir de contextos sócio-culturais na América Latina. A artista utiliza o espaço urbano como ateliê aberto, com o olhar atento para catação de objetos descartados, para com isso repensar a arte a partir de sua decolonialidade.

Taís Koshino

É artista visual, pesquisadora e curadora. Seu trabalho é ao redor do desenho, investiga sobre suas possibilidades de abarcar a imprecisão e sua potência de impermanência que evoca uma outra percepção. Explora essas questões em diversos suportes: no papel, na pele e no digital. Atualmente é mestranda no Programa de Pós Graduação em Artes (UnB). Participou de exposições e mostras coletivas em Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Portugal. Realizou as exposições individuais, クラゲ (kurage): água viva (2019, Japão); Voragem (2020) e jardim (2021), na Guava Gallery. Junto ao Coletivo Desculpinha foi finalista do Transborda Prêmio de Arte Contemporânea 2016 e seu trabalho Ainda ontem foi selecionado e impresso na Convocatória Des.gráfica 2017 (MIS/SP).  Desde 2011, expõe em feiras de publicações independentes no Brasil e fora, e seus desenhos já foram impressos em diversas publicações e coletâneas nacionais e internacionais.

Terroristas del Amor

Menção honrosa

Terroristas del Amor é um coletivo formado pelas artistas fortalezenses Dhiovana Barroso e Marissa Noana. Teve início em 2018 e atua com diversas linguagens, entre elas ilustrações, animações, fotografias, bordados e outras experimentações no campo das artes visuais. Suas obras são, em grande maioria, autobiográficas e falam sobre seus corpos, apresentando modos de defesa, proteção e ataque contra a heterocidade.

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Tete a Teta

Alexandra Martins (@naotenhomilamigos) 1984, Brasília, Distrito Federal, Brasil. Mestra em Estudos de Gênero e Mulheres pela UFBA. Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança pela mesma instituição. Graduada em Comunicação,  Jornalismo. Atualmente mora em Salvador, Bahia.

Alla Soüb d’Nadah (@soubdnadah) 1988, Viçosa, Minas Gerais, Brasil. Bacharel em Artes Cênicas, Mestre em Poéticas Contemporâneas e Doutorande em Poéticas Transversais pela Universidade de Brasília. Atualmente mora em fluxo entre Brasília-DF e Cavalcante-GO.

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Vera Michels

É artista visual, nasceu em Blumenau , morou em Brasília e hoje trabalha no seu ateliê em Pirenópolis. Bacharel em História pela Universidade de Brasília e durante muitos anos conciliou a atividade artística e a profissional . Trabalhou com aquarela. óleo e acrílica. Em 1994 começou a pintar em porcelana e realizou a sua primeira exposição individual no Centro Cultural Renato Russo. Continuou produzindo e desde 2006 a artista está a frente do espaço Ateliê Vera Michels em que cria e comercializa suas obras. Participou de várias exposições coletivas e individuais em Goiânia e Brasília. Os trabalhos da artísta foram expostos no Museu Nacional da República (Brasília - DF) , na Galeria Parangolé (Brasília - DF) , na Galeria Referência (Brasília - DF) , na Casa Câmara e Cadeia (Pirenópolis - GO), na Vila Cultural Cora Coralina (Goiânia - GO) , no Mercado Municipal da Cidade de Goiás e já foram vendidos para a França, Estados Unidos , Itália, Chile, Turquia e Austrália. Hoje, a artista se dedica ao bordado contemporâneo e prepara a sua primeira exposição digital.

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Vulcanica Pokaropa

Menção honrosa

Travesti, formada em Fotografia, mestra em Teatro, performer, poeta, artista plástica e visual, curadora circense. Integra a Cia Fundo Mundo, companhia de circo formada exclusivamente por pessoas transexuais, travestis e não bináries. Produz a série Desaquenda, que está disponível no canal do YouTube da Cucetas Produções, e tem criado conteúdos sobre gênero, arte e circo em suas redes sociais.

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